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Museu

Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo

★ 4.7 (45 avaliações)

Endereço

Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo - R. Roberto Simonsen, 136 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 01017-020

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FUNCIONAMENTO

Horários

Segunda-FeiraFechado
Terça-Feira09:00–17:00
Quarta-Feira09:00–17:00
Quinta-Feira09:00–17:00
Sexta-Feira09:00–17:00
Sábado09:00–17:00
Domingo09:00–17:00

AVALIAÇÕES

O que as pessoas estão dizendo

Andriel Matisse

★★★★★ 3 meses atrás

Mais um ponto que conta a história de São Paulo. O Beco do Pinto foi uma passagem importante que ligava o Rio Tamanduateí um importante centro comercial a parte mais alta da cidade como se fosse um corta caminho no período colonial.

Francisco

★★★★★ 4 semanas atrás

Beco do Pinto é uma passagem a ceú aberto utilizado antigamente para acesso a parte baixa que hoje conhecida como centro histórico de São Paulo.

Dayane Campideli

★★★★★ 6 meses atrás

O Beco do Pinto é uma antiga passagem localizada no centro velho de São Paulo, entre a Casa n° 1 e o Solar da Marquesa de Santos. Antigamente era utilizada por pessoas e animais, que se deslocavam do largo da Sé ao Rio Tamanduateí. Hoje em dia é usado como espaço destino a apresentação de arte contemporânea. Eu tive o privilégio de apreciar a obra "O mergulho de Naiá" da artista Karola Braga. O nome do Beco, apesar de parecer um tanto inusitado, tem relação com o sobrenome de um proprietário de uma residência na vizinhança: Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme. Com tantos sobrenomes, foram escolher logo o Pinto🫣

Leticia Brites Siqueira

★★★★★ 4 meses atrás

História gritando no beco. Essa antiga passarela servia pra desce do centro para o rio. Hoje a passagem está limpa arrumada e conta com seguranças. Mas escavações que estão expostas vê se os calçamentos coloniais

Gabriel George Martins

★★★★ um ano atrás

Uma ruela de ligação da cidade com a antiga margem do Tamanduateí, antes de ele ser desfigurado. Hoje, liga o nada a coisa alguma – mas o vazio do local serve como registro de um tempo em que São Paulo era menor e, embora não menos ambiciosa, mais ciente de seus limites? Ou será que nem tanto? Porque um texto disponível chama atenção para o fato de que o beco foi aberto e fechado várias vezes a depender da (in)gerência dos donos das casas que o ladeiam. Parece que o movimento da cidade sempre dependeu mesmo de decisões sem muito mérito a não ser o particular. Que bom que o beco resistiu até hoje para ser museu de si mesmo; seria melhor se realmente pudesse funcionar com a função que as vias públicas têm (ou devem ter), mas eis a contradição do que se preserva: se não fosse alguém dizer que o objeto deve ser resguardado, será que alguém teria a decência de mantê-lo como é?

Gui

★★★★★ um ano atrás

Fica entre o Solar da Marquesa e a Casa Número Um. Vá em ambos antes do Beco para caminhar sentindo a história. Ele era usado como passagem de serviço por escravizados e trabalhadores, enquanto os senhores transitavam pelas entradas principais. Um espaço simples, mas carregado de significado: ele expõe, no traço urbano, as desigualdades estruturais do Brasil colonial. Bem policiado, quase do lado do Pateo do Collegio e próximo da estação Sé do metrô.

Fabio Bianco

★★★★★ 4 anos atrás

Museu Beco do Pinto* "O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural, e integra o Museu da Cidade de São Paulo". "Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado". *Crédito das informações: site Museu da Cidade de São Paulo. Muito legal esse passeio! Indico! Gratuito! Nota 10

Fernanda

★★★ Editado 5 anos atrás

Na visita guiada ao solar da marquesa a guia contou a história interessante deste beco. Além de ser uma via de comunicação estratégica que ligava a parte alta da cidade a parte baixa, onde se concentravam os comércios paulistanos, o Beco também era um caminho por onde os escravos passavam para buscar água e despejar o lixo doméstico. E, por ser uma passagem íngreme e sinuosa, muitos optavam por não descer até a várzea, e despejavam o lixo por onde passavam. Incomodado com isso, o Brigadeiro fechou o Beco do Pinto com um portão. Mas sua mudança não durou muito tempo, pois a providência foi contestada e proibida pela Câmara Municipal, por se tratar de uma servidão pública. Fonte: Wikipédia