
Rodrigo de Oliveira Muzel
★★★★ 4 meses atrás
Visitei para um chá da tarde com minha esposa, o local é bonito e bem cuidado mas ficamos um pouco frustrados com o passeio.
Você paga R$ 40 para entrar, R$ 30 para estacionar o carro e o Brunch sai por R$ 130 cada (+ 10%). O Brunch não é dos melhores e poderia ser melhor apresentado. Ppr exemplo: as geleias, manteiga e mel vem em embalagens descartáveis. Os salgados e bolos não estavam fresquinhos. Os ovos mexidos e o café estavam bem saborosos.

Rafael Bretones Calvano
★★★★★ 4 meses atrás
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, localizada no Morumbi, São Paulo, é um notável centro cultural e parque de 75 mil
de Mata Atlântica preservada. Inaugurada em 1980 na antiga residência do casal, a instituição abriga um rico acervo de arte colonial, imperial e moderna, as terças feiras a entrada é gratuita.

Paulo Sarri
★★★★★ um mês atrás
O local é muito bonito. A coleção de arte Sacra é linda. Café Ok.

Fui conhecer o café da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano e, infelizmente, a experiência foi muito decepcionante.
Chegamos por volta das 15h10, passeamos pelos jardins e, às 16h20, fomos ao café. A funcionária nos informou que o tradicional chá da tarde era servido apenas até as 16h e que, por isso, só o menu à la carte estava disponível. Até aí, tudo bem.
O problema começou quando vimos o cardápio, que tinha pouquíssimas opções. Pedimos um chá, um suco de laranja e uma porção de seis salgados para dividir.
Quando os salgados chegaram, ficamos realmente surpresos. Eram muito pequenos e tinham aparência e sabor de salgados congelados de festa infantil, sem qualquer cuidado ou qualidade compatíveis com a proposta e o prestígio do local.
O atendimento também deixou bastante a desejar. O chá veio apenas com um sachê fechado. A própria funcionária pediu que eu abrisse o sachê e simplesmente despejou água quente na xícara, sem sequer preparar a infusão ou demonstrar qualquer atenção ao serviço. É um detalhe simples, mas que faz toda a diferença na experiência.
Outro ponto que considero grave foi o suco de laranja. Ele já veio adoçado com açúcar, sem que isso fosse informado ou perguntado previamente. Hoje, muitas pessoas possuem restrições alimentares, como diabetes, ou simplesmente não consomem açúcar. O correto seria servir o suco natural e deixar que o cliente decidisse se deseja adoçá-lo.
Inclusive, meu marido passou mal pouco tempo depois de consumir o suco. Chegou em casa com muito enjoo, sonolência e indisposição. Não posso afirmar que tenha sido causado pelo açúcar, mas foi a única coisa diferente que ele consumiu naquele período, e isso nos preocupou bastante.
É uma pena, porque a Fundação transmite uma imagem de excelência e charme, e a expectativa acaba sendo muito alta. O espaço é lindo, os jardins são maravilhosos e valem a visita, mas a experiência no café ficou muito aquém do esperado, tanto pela qualidade dos produtos quanto pelo atendimento.
Espero sinceramente que essa avaliação sirva para que o serviço seja revisto, pois um lugar tão bonito merece um café à altura.

Marcia Sousa
★★★★★ 2 meses atrás
Lugar incrivelmente bonito e silencioso, além de tudo dá para tomar um café.

Inma Rodriguez
★★★★★ um ano atrás
Uma Casa que virou museu. O espaço projetado é muito bonito e reúne móveis, tapeçarias, pinturas, porcelanas e objetos de artes em geral. A visita guiada traz a história da família e dispõe sobre objetos e espaços. Atualmente uma parte da casa guarda uma exposição sobre Dom Pedro II, além do Imperador. A parte do jardim da fundação é maravilhosa. É possível fazer 4 trilhas no espaço, apreciando árvores nativas, plantas, esculturas e a fauna silvestre. As terça-feira a entrada é gratuita. Vale a pena conhecer

Bruno Rodrigo Carvalho
★★ 11 meses atrás
O ponto alto é a área de chá. No local, é possível consumir itens à la carte ou optar pelo brunch. É uma experiência legal, considerando que não é uma refeição comum no Brasil (é uma combinação das palavras em inglês "breakfast" — café da manhã — e "lunch" — almoço).
Quanto à visitação em si, acredito que o acervo é bem limitado. Fala-se pouco de Maria Luísa e Oscar, e muito sobre Dom Pedro II e a corte portuguesa. Ao visitar a casa de um importante urbanista, imaginei que aprenderia mais sobre urbanismo.
Havia um guia no local — muito educado, por sinal — que nos ofereceu a possibilidade de uma visita guiada. Porém, sendo bem sincero, não fomos bem recepcionados pelo único vigilante presente no momento da nossa visita (domingo, 17/08, entre 14h15 e 14h30). Havia quatro outros grupos visitando também, e ainda me questiono o motivo, mas conscientemente percebi que, nos cômodos em que estávamos, ele também estava. Acredito que, da mesma forma que nosso interesse foi despertado ao observar as obras, houve por parte do vigilante um interesse em nos observar — o que foi irônico, pois éramos espectadores, não obras.
Poderia ter sido apenas isso — e, sendo bem sincero, não afetaria muito minha experiência. Porém, em uma das salas que quisemos acessar, a mesma foi fechada pelo vigilante no momento em que estávamos próximos, como se nos fosse tirado um direito que havia sido dado a outros.
Meus parabéns vão à equipe da área de chá, que prestou um serviço incrível. Ao vigilante, estimo melhoras, embora eu imagine que ele seja orientado, de alguma forma, a agir dessa maneira ao identificar pessoas da nossa cor, condição social e condição física (considerando que sou PCD).
Sinto muito, pois não tenho mais interesse em voltar, embora o parque seja muito lindo, e no momento do chá fiquei curioso em assistir à apresentação de música clássica que estava acontecendo.

Danilo Furlan Kaid
★★★★ 5 meses atrás
Minha experiência foi boa. O lugar é bonito, mas paga-se 40 reais para entrar (inteira). Idosos e estudantes têm desconto de meia-entrada. O museu apresenta Dom Pedro II, mas apenas as qualidades e a parte boa da história.
Quem passa em frente na rua e não conhece, pensa que é condomínio ou Fundação particular para a qual um convite ou agendamento seria necessário, mas a entrada é condicionada apenas ao valor do ingresso.
Eu desejaria que os portões ficassem abertos, mas sabemos como é a segurança da cidade. Eu recomendo o espaço das árvores e das trilhas para professores de biologia e de ciências de escolas públicas porque pertencem a um rico ecossistema preservado que lembra a mata atlântica.
Por fim, a família Maria Luisa e Oscar Americano mantém esse espaço que recebe o nome deles. É bem elitista, mas acredito que um ingresso a meia-entrada para estudantes valha a pena.