Passeio muito agradável!
O Parque da Independência é bonito, bem cuidado e ótimo para caminhar.
O Monumento à Independência impressiona pelos detalhes e pela dimensão, enquanto os jardins e a vista completam a experiência.
Vale a visita para quem gosta de história, arquitetura ou simplesmente quer conhecer um dos cartões-postais mais famosos de São Paulo.
Recomendo!

Lucas Almeida ⑯
★★★★★ 5 meses atrás
Um lugar muito histórico, internacionalmente conhecido e de importância nacional, demarcando o início da independência do Brasil! O parque do Ipiranga e o grande monumento da independência nos mostram, com vários significados nas construções, os trajetos de diferentes figuras históricas ao longo do período colonial até a independência da república. Tudo foi feito com muitos detalhes, continua sendo bem cuidado e preservado, mas o parque atrás dele está muito vazio e jogado – seria ótimo se a área verde ao redor do riacho Ipiranga fosse bem cuidada e dessem uma atenção pra adicionar uma fonte ou equipamentos de exercícios ou outras coisas interessantes. Aquela área está pedindo uma atenção e tem até pontes que levam até lá mas não tem absolutamente nada lá além de capim.

Agda Muniz
★★★★★ 3 meses atrás
Muito legal! Fica uma galera por aqui fazendo diversas atividades ou só passeando.
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Jaque Nunes
★★★★★ 6 meses atrás
O monumento é gigante e lindo, fomos em um fim de tarde e não tinha muito movimento de turistas, apenas pessoas locais aproveitando a área externa, o que possibilitou aproveitar o local com tranquilidade. Infelizmente na nossa visita a cripta estava fechada para reforma (06.02.2026), teremos que conhecer em outra oportunidade.

Alan Almeida
★★★★★ um ano atrás
Um ambiente muito bom para passeios em família e turísticos.
Além do museu do Ipiranga tem o parque da independência com a tradicional descida para carrinho e de skate.
Aos domingos tem uma fera gastronômica com diversas opções para todos os públicos.
Tem estacionamento nas ruas laterais e privados em casa de moto da para parar bem em frente entre o parque e o museu.

Cássio Wohlenberg
★★★★ um ano atrás
O Monumento à Independência do Brasil é uma obra imponente e belíssima, que impressiona pela sua grandiosidade e riqueza de detalhes. Localizado em um ponto histórico de grande relevância, homenageia a proclamação da Independência e representa um importante marco da memória nacional. As esculturas em bronze, a escadaria monumental e o conjunto arquitetônico tornam a visita uma verdadeira imersão na história do Brasil.
No entanto, infelizmente, o estado de conservação deixa muito a desejar. O monumento está visivelmente mal cuidado, com sujeira acumulada, pichações e sinais de abandono. As duas escadas laterais, que aparentam levar a uma área interna, estavam fechadas, sem qualquer sinalização, com forte odor de urina e repletas de lixo.
É lamentável ver um símbolo tão importante do país nesse estado. O monumento merece mais atenção e cuidado por parte das autoridades, tanto pela sua relevância histórica quanto pelo potencial turístico e cultural que representa.

Rodolpho Carvalho (Zeritho)
★★★★ 10 meses atrás
Lugar histórico muito bonito, as esculturas são belas, e o ambiente tranquilo. Estava considerávelmente cheio, o que dificultou um pouco tirar algumas fotos. Um passeio que vale a pena.

João Fernandes
★★★★★ um ano atrás
Para celebrar o Centenário da Independência do Brasil, previu-se a construção de um monumento às margens do riacho Ipiranga, local onde Dom Pedro I teria proclamado a Independência em 1822.
A construção monumental em granito e bronze se apresenta disposta em estágios alternados, ligados por degraus que a circundam desde a base. Na face frontal do monumento, encontram-se estátuas sedestres do Padre Diogo Antonio Feijó, “prócer da Independência e deputado às cortes de Lisboa” e de José Bonifácio de Andrada e Silva, “o patriarca da Independência”; na face posterior, estão as estátuas de Hipólito José da Costa, “o jornalista da Independência - fundou e redigiu o ‘Correio Brasiliense’ em Londres” e Joaquim Gonçalves Ledo, “chefe do movimento da Independência no Rio de Janeiro”.
Na face frontal do monumento, um grande baixo relevo em bronze reproduz o quadro “Independência do Brasil”, de Pedro Américo. No topo, está um grupo triunfal formado por 20 figuras em bronze e cerca de 6 metros de altura. Uma mulher aparece em primeiro plano, com um estandarte e uma lança nas mãos, sobre uma biga puxada por dois cavalos e seguida pelo povo – uma alegoria à Liberdade, muito comum à época. Relevos esculpidos no granito representam embarcações do tipo viking, figuras greco-romanas, armaduras, flâmulas, lanças e águias, locomotivas, engrenagens e trilhos.
Na lateral esquerda do monumento, um grupo escultórico em bronze representa “Os Inconfidentes Mineiros de 1789”, tendo logo abaixo um quadro em bronze ilustrando a “entrada de Dom Pedro na rua do Carmo em São Paulo na tarde de 7 de setembro de 1822”. Na lateral direita, outro grupo escultórico em bronze representa “Os Revolucionários Pernambucanos de 1817”. Abaixo, um quadro em bronze ilustra o “Combate de Pirajá - campanha da Independência para a libertação da Bahia - episódio do Corneta Luís Lopes”. Enquanto os grupos escultóricos abordam as tentativas de independência, os relevos tratam de sua consolidação.
Para reforçar ainda mais o significado daquele local como o do nascimento da nação brasileira, projetou-se a construção de uma cripta no interior do monumento, que funcionaria como Capela Imperial. Nela repousariam, definitivamente, os despojos do primeiro Imperador e de Dona Leopoldina, Imperatriz do Brasil. A cripta foi inaugurada em 1952, considerada, ainda, um cenotáfio – um túmulo vazio –, uma vez que os despojos do Imperador e de sua esposa não se encontravam ali. Posicionada na parte frontal do Monumento à Independência, voltada para o riacho Ipiranga, a pira do chamado "Altar da Pátria" foi acesa, simbolizando o amor incondicional à Pátria.
Somente dois anos depois, os despojos da Imperatriz Leopoldina foram transladados do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, sob os cuidados do Instituto Histórico e Geográfico. A cerimônia integrou as comemorações do IV Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo. Da Catedral da Sé, o ataúde foi levado ao Ipiranga seguido por grande cortejo. Houve quem argumentasse que não era necessário perturbar o repouso eterno da Família Real, mas prevaleceu a ideia de reafirmar a sacralização do Altar da Pátria.
Os despojos de Dom Pedro I, por sua vez, foram transladados do Convento de São Vicente de Fora, na cidade do Porto, Portugal, em 1972, como parte das comemorações do Sesquicentenário da Independência, em solenidade transmitida para todo o país via satélite. Em 1982, também os restos mortais de Dona Amélia de Beauharnais, esposa de Dom Pedro I em segundas núpcias e Imperatriz do Brasil, foram transladados de Lisboa para a Capela.