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Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo

Veja este muito procurado local!









Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo

📍 Endereço: R. Roberto Simonsen, 136 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP, 01017-020, Brasil
Avaliação: 4.7 / 5
👥 Total de avaliações: 35
💼 Status: OPERATIONAL
🆔 ID do local: ChIJMYTL21pZzpQR5RBFdaYzorQ


Sobre o Local

  • 🏷️ Nome: Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo
  • 🗺️ Código Plus (Localização):
  • 🌍 Código Global:
  • 📡 Tipos de serviços: museum,point_of_interest,establishment
  • 💲 Nível de preço:
  • ☎️ Telefone:
  • 🌐 Site oficial: Visitar site
  • 🕗 Horários:
    segunda-feira: Fechado
    terça-feira: 09:00 – 17:00
    quarta-feira: 09:00 – 17:00
    quinta-feira: 09:00 – 17:00
    sexta-feira: 09:00 – 17:00
    sábado: 09:00 – 17:00
    domingo: 09:00 – 17:00

Recursos e facilidades

  • 🍽️ Café da manhã:
  • 📦 Takeout:
  • 🪑 Refeição no local:

Localização detalhada

➡️ Abrir no Google Maps:
Clique aqui para navegar

Coordenadas:
📍 Latitude: -23.5484663
📍 Longitude: -46.6322877


Comentários dos visitantes

Gabriel George Martins
Uma ruela de ligação da cidade com a antiga margem do Tamanduateí, antes de ele ser desfigurado. Hoje, liga o nada a coisa alguma – mas o vazio do local serve como registro de um tempo em que São Paulo era menor e, embora não menos ambiciosa, mais ciente de seus limites? Ou será que nem tanto? Porque um texto disponível chama atenção para o fato de que o beco foi aberto e fechado várias vezes a depender da (in)gerência dos donos das casas que o ladeiam. Parece que o movimento da cidade sempre dependeu mesmo de decisões sem muito mérito a não ser o particular. Que bom que o beco resistiu até hoje para ser museu de si mesmo; seria melhor se realmente pudesse funcionar com a função que as vias públicas têm (ou devem ter), mas eis a contradição do que se preserva: se não fosse alguém dizer que o objeto deve ser resguardado, será que alguém teria a decência de mantê-lo como é?
4
Gui
Fica entre o Solar da Marquesa e a Casa Número Um. Vá em ambos antes do Beco para caminhar sentindo a história. Ele era usado como passagem de serviço por escravizados e trabalhadores, enquanto os senhores transitavam pelas entradas principais. Um espaço simples, mas carregado de significado: ele expõe, no traço urbano, as desigualdades estruturais do Brasil colonial.
Bem policiado, quase do lado do Pateo do Collegio e próximo da estação Sé do metrô.
5
Fabio Bianco
Museu Beco do Pinto*

“O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural, e integra o Museu da Cidade de São Paulo”.

“Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado”.

*Crédito das informações: site Museu da Cidade de São Paulo.
Muito legal esse passeio!
Indico!
Gratuito!
Nota 10

5
Fernanda
Na visita guiada ao solar da marquesa a guia contou a história interessante deste beco.

Além de ser uma via de comunicação estratégica que ligava a parte alta da cidade a parte baixa, onde se concentravam os comércios paulistanos, o Beco também era um caminho por onde os escravos passavam para buscar água e despejar o lixo doméstico. E, por ser uma passagem íngreme e sinuosa, muitos optavam por não descer até a várzea, e despejavam o lixo por onde passavam. Incomodado com isso, o Brigadeiro fechou o Beco do Pinto com um portão. Mas sua mudança não durou muito tempo, pois a providência foi contestada e proibida pela Câmara Municipal, por se tratar de uma servidão pública. Fonte: Wikipédia

3
M. Iha
O Beco em si é apenas uma passagem com escadaria da parte alta para a a parte baixa, mas como faz parte do Museu da Cidade e junto ao Solar da Marquesa, tem funcionamento com horário restrito – ao que parece, das 9h às 17h durante a semana.

A parte histórica é interessante, há uma placa na parte alta para saber um pouco mais e há exposições ou intervenções temporárias, como uma de som que está em cartaz até 2023.

Tem segurança na parte e a parte de baixo aparentemente fica fechada, portanto o acesso é apenas por cima. De noite não é muito recomendável circular pela região.

3

Imagens adicionais











🔗 Link oficial do local

https://www.google.com/maps/place/?q=place_id:ChIJMYTL21pZzpQR5RBFdaYzorQ

Título da postagem: Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo
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5 respostas em “Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo”

Uma ruela de ligação da cidade com a antiga margem do Tamanduateí, antes de ele ser desfigurado. Hoje, liga o nada a coisa alguma – mas o vazio do local serve como registro de um tempo em que São Paulo era menor e, embora não menos ambiciosa, mais ciente de seus limites? Ou será que nem tanto? Porque um texto disponível chama atenção para o fato de que o beco foi aberto e fechado várias vezes a depender da (in)gerência dos donos das casas que o ladeiam. Parece que o movimento da cidade sempre dependeu mesmo de decisões sem muito mérito a não ser o particular. Que bom que o beco resistiu até hoje para ser museu de si mesmo; seria melhor se realmente pudesse funcionar com a função que as vias públicas têm (ou devem ter), mas eis a contradição do que se preserva: se não fosse alguém dizer que o objeto deve ser resguardado, será que alguém teria a decência de mantê-lo como é?

Fica entre o Solar da Marquesa e a Casa Número Um. Vá em ambos antes do Beco para caminhar sentindo a história. Ele era usado como passagem de serviço por escravizados e trabalhadores, enquanto os senhores transitavam pelas entradas principais. Um espaço simples, mas carregado de significado: ele expõe, no traço urbano, as desigualdades estruturais do Brasil colonial.
Bem policiado, quase do lado do Pateo do Collegio e próximo da estação Sé do metrô.

Museu Beco do Pinto*

“O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural, e integra o Museu da Cidade de São Paulo”.

“Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado”.

*Crédito das informações: site Museu da Cidade de São Paulo.
Muito legal esse passeio!
Indico!
Gratuito!
Nota 10

Na visita guiada ao solar da marquesa a guia contou a história interessante deste beco.

Além de ser uma via de comunicação estratégica que ligava a parte alta da cidade a parte baixa, onde se concentravam os comércios paulistanos, o Beco também era um caminho por onde os escravos passavam para buscar água e despejar o lixo doméstico. E, por ser uma passagem íngreme e sinuosa, muitos optavam por não descer até a várzea, e despejavam o lixo por onde passavam. Incomodado com isso, o Brigadeiro fechou o Beco do Pinto com um portão. Mas sua mudança não durou muito tempo, pois a providência foi contestada e proibida pela Câmara Municipal, por se tratar de uma servidão pública. Fonte: Wikipédia

O Beco em si é apenas uma passagem com escadaria da parte alta para a a parte baixa, mas como faz parte do Museu da Cidade e junto ao Solar da Marquesa, tem funcionamento com horário restrito – ao que parece, das 9h às 17h durante a semana.

A parte histórica é interessante, há uma placa na parte alta para saber um pouco mais e há exposições ou intervenções temporárias, como uma de som que está em cartaz até 2023.

Tem segurança na parte e a parte de baixo aparentemente fica fechada, portanto o acesso é apenas por cima. De noite não é muito recomendável circular pela região.

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