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A Baianeira – MASP
📍 Endereço: Av. Paulista, 1510 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-200, Brasil
⭐ Avaliação: 4.6 / 5
👥 Total de avaliações: 2004
💼 Status: OPERATIONAL
🆔 ID do local: ChIJuWGbaF5ZzpQRk8vjbw7ZHDc
Informações importantes
- 🏷️ Nome: A Baianeira – MASP
- 🗺️ Código Plus (Localização):
- 🌍 Código Global:
- 📡 Tipos de serviços: restaurant,food,point_of_interest,establishment
- 💲 Nível de preço: 2
- ☎️ Telefone: (11) 91107-4074
- 🌐 Site oficial: Visitar site
- 🕗 Horários:
segunda-feira: Fechado
terça-feira: 11:30 – 15:00
quarta-feira: 11:30 – 15:00
quinta-feira: 11:30 – 15:00
sexta-feira: 11:30 – 15:00
sábado: 11:30 – 16:00
domingo: 11:30 – 16:00
Recursos e facilidades
- 🍽️ Café da manhã: 1
- 📦 Takeout:
- 🪑 Refeição no local: 1
Localização detalhada
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Coordenadas:
📍 Latitude: -23.561833
📍 Longitude: -46.6554305
Avaliações reais
No mais, estava tudo muito bom. Voltaria, mas não pediria o cafezinho.
O ambiente é amplo, com pé-direito alto e paredes de vidro que oferecem uma vista privilegiada para o MASP vermelho. As mesas de madeira são graciosas e estão bem distribuídas. A acústica é boa e o espaço proporciona conforto para conversas tranquilas, sem muita interferência de outras mesas, mesmo sendo tão movimentado.
O cardápio parecia estar passando por uma atualização, porque alguns itens que queríamos pedir já não estavam mais disponíveis. Talvez deixar essa informação sinalizada no menu evitaria frustrações, mas nada que comprometesse a experiência.
Começamos com o carpaccio de carne de sol que já nos fez esquecer da frustração. Carne macia, salgadinha, que combinou perfeitamente com a crocância e o picante do agrião.
Para acompanhar, brindamos com dois coquetéis à base de cachaça: Jabuticaba de Minas e Kariri de limão cravo, ambos refrescantes, saborosos e com apresentação caprichada, digna de um restaurante dentro de um museu de arte.
Como principais, pedimos a moqueca de peixe e o sirizado. A moqueca foi o destaque absoluto! Vatapá cremoso, com toque de gengibre marcante e delicioso, exatamente como descrito no cardápio, “dos deuses”. O sirizado também estava excelente, com arroz úmido no ponto e tempero equilibrado. Ambos lindos e muito bem servidos.
Mesmo com o restaurante cheio, todos os pratos chegaram rápido. O atendimento é atencioso, discreto e eficiente!
Esperava um cardápio com pratos que entregariam uma explosão de sabores brasileiros. Mas vamos do começo.
Entradas: dupla de mini pão de queijo. São mini MESMO, minúsculos, difícil de dividir. Um de abobrinha e outro de carne de panela com ovinho. São bem gostosos, mas o pão de queijo em si torna-se secundário, pois seu sabor desaparece no meio de tantos ingredientes. Pedimos também o pastel do dia, que podia ser de queijo ou de carne. Fomos nos dois. O pastel é muito bom! Ambos deliciosos, muitíssimo bem temperados e da pra dividir.
Principais: os pedidos foram picadinho, baião de dois com carne de panela e moqueca de peixe com vatapá. O picadinho é com carne de panela, muito temperada, soltinha. Acompanha uma couve muito boa, arroz, feijão, ovo frito e uma banana assada. Prato muito bem executado e bem servido. O baião de dois com carne de panela é ótimo. Novamente a carne de panela se destaca. A moqueca de peixe com vatapá foi um pouco decepcionante. Embora tivesse bastante coentro (que eu adoro), alguns tomates assados e pimentões, o peixe em si estava super sem gosto. Acompanha arroz (soltinho) e um vatapá que eles chamam de Vatapá das Deusas. Eu realmente não me lembro a última vez em que falei que algo era de fato ruim, mas esse vatapá estava péssimo. Muito ruim mesmo, intragável. Traumatizou a experiência de prato principal.
Sobremesas: mousse de cupuaçu com ganache de chocolate. Tem zero textura de mousse, é bem mole e o gosto parece diluído em água. A ganache não é nada demais. Não vale a pena pois a combinação de cupuaçu com chocolate, que é incrível, não se traduz nessa sobremesa. A outra sobremesa foi a Amor aos Pedaços, uma cocada cremosa com bombocado e sorvete de abacaxi. Bem gostosa, a cocada é muito boa mas vem o equivalente a uma colher de chá. Ao colocar tantos elementos, a impressão é de que vem um pouquinho de cada, a ponto de não ser uma sobremesa para dividir ou para curtir inúmeras colheradas.
O serviço foi muito bom. Atento e atencioso.
O ambiente é bem barulhento. Todas as mesas são de madeira, bem como as cadeiras e/ou bancos. Há mesas retangulares grandes, quase compartilháveis em que senta-se num banco com um encosto bem baixinho para a lombar. As mesas menores possuem cadeiras com um encosto curto para as costas. Não é um local para curtir muito tempo.
Em resumo, para um local que se dispõe a traduzir a culinária brasileira nordestina, tem restaurantes em São Paulo que são despretensiosos e que entregam uma qualidade culinária infinitamente melhor. Valeu conhecer para passar o dia de visita ao MASP mas foi só, não vale voltar.
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🔗 Link oficial do local
https://www.google.com/maps/place/?q=place_id:ChIJuWGbaF5ZzpQRk8vjbw7ZHDc
Título da postagem: A Baianeira – MASP
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